Entre a dor e a solidariedade

Portal SBN
Quarta, 20 de outubro de 2021, 16:15:21

Entre a dor e a solidariedade

Motivacional - Solidariedade

Nosso planeta passa por um período muito significativo.

Trata-se do ápice de um nível evolutivo e do início de outro.

Conforme os ditos populares, estamos vivendo o fim dos tempos.

O próprio Mestre Jesus a Ele se referiu falando de um período de intensas aflições, de terremotos, fome, guerras, transtornos de variada ordem.

Trata-se do fim de um ciclo de angústias, preparando as bases de outro degrau evolutivo.

Mas a vida no planeta não vai cessar nem a Humanidade se extinguirá.

Vivemos a transição da fase de planeta de provas e expiações para a de regeneração e paz.

Em decorrência dessa transição, muitos fenômenos angustiantes chamam a atenção.

São terremotos, tsunamis, enchentes, desmoronamentos e tragédias as mais diversas.

Por outro lado, também observamos ocorrências não menos interessantes.

São os espetáculos da solidariedade, quando incontáveis mãos se movimentam para socorrer quem sofre.

Regimes totalitários são postos em xeque por ideais e movimentos democráticos.

A evolução da informática e a troca de dados tornam mais difícil a criminalidade anônima e impune.

São tempos novos. Neles, nossos valores são colocados em teste. É necessário definir-se.

Podemos decidir viver de forma digna e fraterna ou optarmos por levar vantagem com a instabilidade temporária.

Nessa definição de rumos, cada um de nós traça o seu destino.

Em seu anúncio desses tempos, também afirmou Jesus que eles seriam abreviados graças aos escolhidos, ou seja, graças àqueles que desejarmos aderir à nova ordem planetária.

Porque na Terra, em breve, devem cessar os espetáculos da dor mais atroz.

O ambiente terrestre se tornará regenerador e pacífico.

Os mundos funcionam como escolas nas quais os Espíritos são matriculados pela Divindade.

Variam grandemente em suas características.

Alguns se assemelham a hospitais e a penitenciárias.

Neles encarnam os doentes da alma, portadores de incontáveis vícios.

Orgulhosos, cruéis, preguiçosos e espertos compõem a maioria dos seus habitantes.

Evidentemente, há os que têm sucesso em suas lutas íntimas e não se acomodam a esse quadro.

Embora com dificuldade, seu viver é digno.

Também há os missionários do amor divino, que ali estão na qualidade de professores do bem infinito.

E existem ainda mundos destinados à tranquila maturação das virtudes.

Ser eleito para a paz ou para os duros embates depende da nossa própria realidade íntima.

Neste momento, cada homem define o seu futuro.

Na Terra, só deverão continuar a renascer os dispostos ao trabalho e à vivência do bem.

Dessa maneira, se apreciamos levar vantagem em tudo e ficamos indiferentes ante a dor alheia, nela não encontraremos mais os recursos adequados à nossa evolução.

Isso porque sensibilidades embotadas necessitam ser trabalhadas por grandes dores.

O ser endurecido renascerá em mundos mais primitivos, a fim de ter as lições adequadas à melhoria do seu caráter.

Convém refletirmos sobre essa transformação do planeta e definirmos o próprio futuro.

A advertência do Cristo é de que Os mansos herdarão a Terra.

Pensemos a respeito.

Redação do Momento Espírita.
Em 9.4.2026

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