Palmeiras atinge R$ 1,7 bilhão em receitas e bate recorde histórico
O Palmeiras encerrou 2025 com receita bruta de R$ 1,7 bilhão, o maior patamar financeiro já registrado pelo clube. O montante representa crescimento de quase R$ 400 milhões em relação a 2024, quando a arrecadação ficou em R$ 1,2 bilhão. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (17/02/2026) pelo Globo Esporte. Até novembro, o superávit acumulado era de R$ 282 milhões.
Desde o início da administração de Leila Pereira, as receitas do clube praticamente dobraram. Em 2022, primeiro ano da atual gestão, o Palmeiras contabilizou R$ 856 milhões, consolidando um ciclo de expansão financeira.
O avanço acompanha uma trajetória de crescimento observada ao longo da última década, interrompida apenas durante o período mais crítico da pandemia. Em 2020, na presidência de Maurício Galiotte, a arrecadação caiu para R$ 558 milhões, abaixo dos R$ 641 milhões registrados em 2019, impacto atribuído ao adiamento de receitas e premiações.
Parte desses valores foi reconhecida somente em 2021, quando o clube alcançou R$ 992 milhões, reforçando a recuperação das receitas operacionais e comerciais.
No balanço de 2025, cerca de um terço da arrecadação, aproximadamente R$ 600 milhões, teve origem na negociação de jogadores. Para 2026, a previsão é de receita total de R$ 1,2 bilhão, dos quais R$ 399,6 milhões devem vir de transferências de atletas.
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