Exposição “Tudo que se Move ou Parece que se Move” dá início às atividades do Fecsta 2022

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Quarta, 20 de outubro de 2021, 16:15:21

Exposição “Tudo que se Move ou Parece que se Move” dá início às atividades do Fecsta 2022

A exposição na Galeria de Arte Espaço Universitário (GAEU) marca o início das atividades do 5º Fecsta, Festival de Cinema de Santa Teresa, e traz como mote principal “Arte Cinética”
Cultura - Espírito Santo

Sempre dedicado ao diálogo harmônico e potente com vários segmentos artísticos, a quinta edição do Fecsta - Festival de Cinema de Santa Teresa, escolheu, novamente,  as artes plásticas para dar início às atividades do festival em 2022. Este ano, em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), o 5 º Fecsta convidou o artista Alexandre Marins para pensar uma exposição | instalação inspirada no tema do festival: Arte Cinética.

Sob a curadoria da artista Rosana Paste, outros quatro artistas, Arthur Meireles, Ione Reis, Marcus Costa e Mariângela Piontkowsky, foram convidados para o projeto e, juntos, criaram a exposição intitulada Tudo que se Move ou Parece que se Move, propondo que o público interaja a partir das obras em um ambiente sinestésico, vivo, mutante e móvel com trabalhos que precisam ser  tocados, regados, acionados e escutados para serem completos.

A GAEU está aberta à visitação de segunda a sexta-feira das 10h às 17h e visitas em grupo podem ser agendadas pelo email educativogaleria.secult@ufes.br e pelo telefone  27 4009-2371.

Obras e Artistas

Alexandre Marin fotografa cada passo dado em percursos cotidianos em busca de uma experiência singular: pensar o domínio da invisibilidade que esses lugares resguardam em seu espaço|tempo a partir de provocações de cunho ambiental, social, político e cultural. 

Para Arthur Meirelles o tempo não é linear e está em constante sobrevôo para traçar contornos de geolocalização. A partir de terras colhidas em diversos territórios afetivos, o artista produz sua própria tinta e re-marca traços feitos pelo grande big bang. O trabalho é visto por meio de fotografias e vídeos.

A decolonização é pauta representada por Ione Reis, que reforça em seu trabalho a urgente necessidade de todo movimento que (re)escreva a história. Com a força de sua ancestralidade e da oralidade, Ione dá visibilidade à vida comum em pinturas de paredes, narrando a cultura e o modo de vida de quem realmente é brasileiro. 

Para Marcus Costa o objeto de arte é construído nas relações entre o sujeito criador, a matéria prima e o ambiente. Ele adentra a mitologia dos povos originários brasileiros e ameríndios e acessa estudos da  geologia e da alquimia do oleiro para respeitosamente cultuar a terra como matéria prima para sua criação.

Mariângela Piontkowsky utiliza do desenho em pequenas e grandes dimensões para criar cartografias dos corpos que invariavelmente transitam em seu olhar. Como uma constituição de fragmentos que muda a cada momento.

Exposição Tudo que se Move ou Parece que se Move 

Primeira atividade do 5° FECSTA

Local: Galeria Espaço Universitário (GAEU) - Ufes

Vernissage: 30 de junho, às 18h30

Período: 30 de junho a 05 de agosto

Inspirado no tema: Arte Cinética

Artistas expoentes: Alexandre Marin, Arthur Meirelles, Ione Reis, Marcus Costa e Mariângela Piontkowsky

Curadoria: Rosana Paste

Realização: Festival de Cinema de Santa Teresa, que acontece de 28 a 30 de julho

Patrocínio: Lei de Incentivo à Cultura, Banescard|Visa, Realcafé e EDP

Apoio: Secretaria de Cultura da Universidade Federal do Espírito Santo | Galeria de Arte Espaço UniversitárioAgendamento de visitas em grupo: educativogaleria.secult@ufes.br |  27 4009 2371.

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