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Médica morre após ser baleada, e o carro desgovernado atropela três pessoas

Médica morre após ser baleada, e o carro desgovernado atropela três pessoas
10 maio 15:57 2019 Imprimir notícia
Polícia

Uma médica de 51 anos morreu após ser baleada em tentativa de assalto, atropelar três pessoas e colidir com um poste no Maracanã, Zona Norte do Rio, na manhã desta sexta-feira (10/05). Testemunhas falam em pelo menos 15 disparos.

Mesmo alvejada nas costas, Danielle Vivian Lasmar de Almeida tentou seguir viagem, mas perdeu o controle do carro na Rua General Canabarro, em frente ao Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet). Ela ainda chegou a bater em um hidrante e arrancou uma árvore.

Os feridos são um segurança do Cefet, um aluno da Faetec - que foram socorridos numa ambulância dos bombeiros - e uma funcionária da Petrobras, que foi atendida no local e não teve ferimentos graves.

Ainda não há informações sobre oestado de saúde dos feridos, identificados pelos bombeiros como Ribamar Ferreira, de 58 anos, e um estudante de 16 anos. Eles foram levados para o Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio.

Assalto momentos antes

A polícia investiga se o roubo do carro do engenheiro Gelson dos Santos tem relação com a morte da médica. Segundo policiais, ele contou que estava parado no sinal da Rua Morais e Silva quando um rapaz armado tentou roubar o carro que estava na sua frente.

O motorista deu uma arrancada, e o ladrão veio em direção ao carro dele. Logo em seguida, o bandido que estava com uma pistola fez sinal pra que ele e o filho saíssem do carro e fugiu no veículo de Gelson.

O carro do engenheiro foi abandonado sobre a calçada a cerca de 150 metros de onde a médica atropelou três pessoas.

Testemunhas

O professor do Cefet Rafael Ferrara contou que estava dando aula, por volta das 7h30, quando uma aluna entrou correndo contando que um estudante tinha sido atropelado. Ele desceu e viu que estavam debaixo do carro um segurança e um aluno da Faetec.

“Um rapaz de camiseta preta, que disse ser policial militar, abriu a porta do carro porque achávamos que era uma professora. Não era, mas ela já estava morta”, contou o professor.

Médicos da Petrobras que trabalham no prédio em frente ao local do acidente contaram que, ao abrir o carro, Danielle já estava morta e que havia marcas de tiros.

Testemunhas contaram que na hora do crime a Rua General Canabarro costuma ficar engarrafada e que o criminoso fugiu a pé.

De acordo com o Centro de Operações, a Rua General Canabarro foi interditada às 10h para o trabalho da polícia e dos bombeiros.

PORTAL SBN | COM INFORMAÇÕES G1 RIO DE JANEIRO

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