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Weintraub confirma erros em notas da prova do Enem 2019

Weintraub  confirma erros em notas da prova do Enem 2019
18 janeiro 12:15 2020 Imprimir notícia
Educação

Conforme antecipado em primeira mão pelo Portal SBN, sobre erros na divulgação das notas da prova do Enem 2019 (Aqui), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, confirmou na manhã deste sábado, 17, as "inconsistências na contabilização e correção da segunda prova do Enem do ano passado". Segundo Weintraub, o erro atingiu 0,1% dos candidatos que prestaram o exame.

“Nós encontramos inconsistências na contabilização e correção da segunda prova do Enem do ano passado. Um grupo muito pequeno de pessoas teve o gabarito trocado quando foram fechados os envelopes. Uma inconsistência fácil de ser consertada. Estamos falando de alguma coisa como 0,1% das pessoas que fizeram, dos milhões (que prestaram a prova)” – Abraham Weintraub, ministro da Educação

O ministro afirma que o erro está sendo corrigido. 

"Apesar de estatisticamente não serem significativos, individualmente não pode haver injustiça como essa. Vamos corrigir e segunda-feira tudo estará resolvido", afirmou.

O Inep divulgou uma nota que as notas são calculadas de acordo com a Teoria de Resposta ao Item (TRI), que avalia se o estudante acertou questões fáceis e difíceis ou só as difíceis.

O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, informou um email para que os candidatos que se sentirem prejudicados enviem suas reclamações. O endereço é enem2019@inep.gov.br.

A partir da divulgação das notas, alunos ligados ao Grêmio Estudantil Mobilizarte, de uma escola de Viçosa (MG) relataram uma grande discrepância entre as notas e a quantidade de acertos por áreas de conhecimento. Em todo o País houve denúncias de de avaliações diferentes entre candidatos que tiveram o mesmo número de acertos.

Outros estudantes em todo o País reclamam dos erros entre o número de acertos na prova e a pontuação conseguida. Assim, foram criados vários grupos no WhatsApp para que se decidisse o que fazer sobre a discrepância nos dados. 

PORTAL SBN | ANDRÉ AQUNO

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