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Mais de 50 capixabas vão competir no 37º Festival de Dança de Joinville

Mais de 50 capixabas vão competir no 37º Festival de Dança de Joinville
12 julho 13:05 2019 Imprimir notícia
Cultura

Pelo menos 52 alunos da escola Balé da Ilha estão se preparando para a 37º edição do Festival de Dança de Joinville. O evento, que foi criado em 1983 e ocorre todos os anos, no mês de julho, na cidade de Joinville, em Santa Catarina, começa na próxima terça-feira (16/07), no Centreventos Cau Hansen.

A programação reúne bailarinos de diferentes lugares do País e do mundo, que se apresentam no palco do festival e em mostras competitivas, no tradicional Meia Ponta e em palcos abertos em praças, bairros, shoppings e fábricas. O evento conta com apresentações pagas e gratuitas.

A ex-bailarina Luciana Zanandrea, 55, dona de um extenso currículo dedicado ao balé clássico, formou profissionais que hoje estão espalhados pelo Brasil e também no exterior. E, este ano, vai acompanhar, mais uma vez, alunos no festival. Ela é uma das sócias e proprietárias do Balé da Ilha.
A escola de dança, que tem unidades em Bento Ferreira, Vitória, e na Praia da Costa, em Vila Velha, iniciou suas atividades em 2009 e, desde então, vem colecionando premiações no Festival de Dança de Joinville.

Em 2018, o Balé da Ilha foi agraciado com quatro prêmios.

A bailarina Luisa Ciciliotti, de 17 anos, ficou em primeiro lugar e, neste ano, apresentará a variação do "Pás de Trois do Lago do Cisne" no festival.

Na edição ano passado, o conjunto infantil (de 9 a 12 anos), com o espetáculo, "Lá Fille Mal Gardée", ganhou o terceiro lugar. No Conjunto Júnior (de 13 a 15 anos), a apresentação "Concerto", conquistou o terceiro lugar. Já na categoria Conjunto Avançado (a partir dos 17 anos), o espetáculo "Processo" recebeu o terceiro lugar.

Além disso, 46 bailarinos foram aprovados para a Mostra Competitiva do Festival de Joinville 2019 e foram 55 aprovados para o palco aberto. Este ano, a escola terá número record de bailarinos participantes no festival.

"Quando a gente decide ir para um festival de dança o que nos move é todo o processo de amadurecimento dos bailarinos e o que isso tudo influencia na vida deles. Pensamos sempre em fazer para o público um espetáculo que emocione. Os prêmios são sempre consequência disso", disse Luciana.

Ela, que divide a administração da escola com as sócias Patrícia Miranda e Geraldine Cerutti, também afirmou que procura estar sempre perto dos alunos. "Gosto de estar na sala de aula ensinando e ensaiando. É uma alegria muito grande para mim! Estudar e se aperfeiçoar não tem fim, o processo nunca termina, estamos sempre no caminho. Acredito que acumular tantos prêmios nesses dez anos de história é resultado do profissionalismo de toda a equipe da escola e dos alunos, que dedicam seus feriados e fins de semana para a dança".

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