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Ex-PM e outras 5 pessoas são condenadas por tráfico de drogas

Ex-PM e outras 5 pessoas são condenadas por tráfico de drogas
22 agosto 21:27 2019 Imprimir notícia
Justiça

Seis pessoas acusadas de tráfico de drogas, entre eles um ex-policial militar, foram condenadas pela Justiça na última terça-feira (20). O grupo atuava no bairro Ilha de Santa Maria, em Vitória, e foi alvo da operação “Iscariotes”, deflagrada após denúncia anônima à Corregedoria Geral da PM. A sentença condenou todos os réus a penas de sete a 16 anos de prisão.

De acordo com a investigação, dois adolescentes, irmãos de um dos acusados, também participavam do grupo criminoso. Organização agia perto de uma praça de esportes e escadaria do bairro.

Para a decisão da juíza, ela levou em consideração de que o réu, na época policial militar, exercia a função de motorista da associação, realizando transporte de armas e drogas. O ex-PM teria sido flagrado transportando, no interior de seu próprio veículo, uma submetralhadora calibre 40 com 15 munições intactas do mesmo calibre, pertencentes ao patrimônio da Polícia Civil.

Por meio de interceptações telefônicas, foi verificado que o ex-PM, além de receber pelos serviços prestados, “não permitia que outras pessoas entrassem no veículo, exatamente em razão de estar transportando criminosos do bairro Ilha de Santa Maria para outras localidades para buscar ou levar drogas ilícitas”, destacou a juíza, em sua sentença.

Organização criminosa

Além do policial, duas pessoas agiam como gerentes do tráfico. Na casa de um deles, que também viviam os dois irmãos adolescentes, foram apreendidas drogas, dinheiro, substância utilizada no preparo de cocaína, balança de precisão e sacolas plásticas utilizadas no embalo de drogas ilícitas.

Outras duas pessoas, auxiliados pelos adolescentes, atuavam na venda das drogas entorpecentes. O outro participante tinha a função de olheiro e era responsável pela segurança da organização.

Sentença

Além da prisão dos investigados, a juíza responsável pelo caso, Gisele de Oliveira, decretou a perda da função do Policial Militar, que já estava administrativamente afastado da corporação. A decisão impossibilita que ele volte para os quadros da polícia militar.

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