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Duzinho Reis analisa tetra do Real Noroeste e comemora: estamos maravilhados

Duzinho Reis analisa tetra do Real Noroeste e comemora: estamos maravilhados
19 novembro 20:35 2019 Imprimir notícia
Futebol

"O Rei da Copa ES"! O Real Noroeste se consagrou tetracampeão da Copa Espírito Santo, ao empatar, em 0 a 0, com o Vitória-ES na última sexta-feira, no estádio José Olímpio da Rocha, e agora é o maior campeão da história da competição.

Os Merengues Capixabas, desde o início, foram apontados como favoritos, assim como o Alvianil. E isso foi comprovado no decorrer da Copinha, onde a equipe terminou a primeira fase na liderança e com apenas uma derrota, 2 a 0, para o Vitória-ES. Essa, inclusive, seria o único revés em toda a disputa.

No mata-mata a equipe manteve o desempenho e eliminou o Vilavelhense e o Serra, na primeira placar agregado de 6 a 2. Já a semifinal contra o Cobra-Coral, os dois empates, 0 a 0 e 1 a 1, levaram a decisão para os pênaltis, que contou com a eficiência do goleiro André Stov.

Na final a equipe protagonizou, pela primeira vez a decisão com o Vitória-ES tanto no Capixabão, quanto na Copinha, do mesmo ano. E se coroou campeão da competição. O técnico da equipe falou sobre a conquista.

- É gratificante, não só eu, mas como todos do clube a diretoria e jogadores, estamos muito felizes com a conquista. Não foi fácil. Foram quatro meses de competição intensa e de muita entrega. Estamos todos realmente maravilhados.

Veja outros pontos que o técnico analisou

Líder absoluto na 1º fase

- No primeiro momento a gente tinha o pensamento de buscar as primeiras colocações, até para ter a vantagem de decidir as quartas e as semifinais sempre em casa. Sabíamos que seria muito difícil, mas com empenho, dedicação dos jogadores e a diretoria dando condições para que pudéssemos fazer nosso trabalho da melhor forma.

Uso das categorias de base na competição

- No início da competição nós perdemos alguns jogadores, e isso nos possibilitou utilizar ainda mais os jogadores da base. Tivemos jogos difíceis fora de casa e equipe continuou sempre competitiva.

Derrota para o Vitória-ES

- A derrota na última rodada, da primeira fase, nos acendeu o sinal de alerta. Onde precisávamos melhorar, percebemos que realmente o Vitória tinha uma característica de jogo diferente e que precisávamos achar uma forma de neutralizar. Então foi importante, às vezes você aprende mais com a derrota do que com a própria vitória. Esse sinal de alerta fez com que a gente entrasse focado para as quartas de finais.

Mata-mata

- Nas quartas de final contra o Vilavelhense a gente conseguiu fazer um jogo muito importante, uma equipe que fez a gente amadurecer também. Contra o Serra já foi uma postura diferente, um jogo mais cadenciado e voltado a experiência dos jogadores do Serra. Tivemos o êxtase de passar, mesmo com todo o drama ao final com as cobranças dos pênaltis.

André Stov!

- Na disputa de pênaltis brilhou a estrela do André e, claro, a competência dos batedores. Eu acho que por tudo aquilo que o Real Noroeste fez durante a competição, seria injusto a gente sair naquele momento. Sem sombra de dúvida, o André está vivendo um bom momento, desde o Estadual ele trabalhou para que esse momento acontecesse e ele aproveitou muito bem. Está de parabéns e espero que ele consiga continuar assim.

Reencontro com o Vitória-ES na final

- O que foi fundamental para nós foi o nível de concentração. No Estadual aconteceu muita coisa na semana da final e acabou tirando o foco da equipe. Nessa final, os próprios jogadores se mantiveram concentrados, o rendimento diário era muito satisfatório e a todos deu uma tranquilidade. E para o Vitória vencer, teria que dá mais que uma situação comum.

Invencibilidade no estádio José Olímpio da Rocha

- É de uma grande importância manter essa invencibilidade do Real dentro de casa, até para que os adversários sintam a força que temos próximo a sua torcida. E a atmosfera que temos aqui conspira ao nosso favor, temos a divisão de base junto com o profissional todos vivendo em clima de harmonia.

Série D e Copa Verde

- É muito gratificante e tendo o feito de conquistar essa passagem do Real para uma competição nacional, fica marcado, um clube novo, apenas 11 anos. E neste tempo são nove finais, então é um clube que tem histórico de vencedor e espero continuar fazendo com que o Real continue assim. Me sinto lisonjeado por ter sido escolhido para tocar esse projeto do Real.

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