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Descubra seis mitos e verdades sobre o pré-natal

Descubra seis mitos e verdades sobre o pré-natal
23 julho 18:01 2019 Imprimir notícia
Saúde

O pré-natal é uma palavra comum na vida da mulher que deseja ser mãe, já que ele é um conjunto de ações realizadas com acompanhamento do médico obstetra. Além de garantir a saúde da mãe e do bebê durante os nove meses de gestação, é fundamental também para prevenir diversas complicações que podem resultar em parto prematuro e até aborto.

Entretanto, este tema pode gerar algumas dúvidas na cabeça das mulheres. Dito isto, confira a seguir os principais mitos e verdades sobre esse assunto de acordo com a ginecologista e obstetra, Maria Elisa Noriler.

Se consultar só com o obstetra na gestação já é suficiente. Mito! Devido às inúmeras mudanças que ocorrem no organismo da mulher nesta fase é importante que ela possa contar também com as orientações de um dermatologista, nutricionista, fisioterapeuta pélvico, psicólogo e outros.

O pré-natal só deve ser iniciado após o descobrimento da gravidez. Mito! Se possível ele deve começar três meses antes da concepção para que seja verificado como está a dosagem hormonal, se realize exames ginecológicos e comece a administração de ácido fólico para garantir a perfeita formação do bebê.

O médico pedirá uma série de exames nesta fase. Verdade! Para acompanhar o desenvolvimento e a saúde do bebê, o especialista vai solicitar exames que vão desde hemograma, glicemia, grupo sanguíneo e fator Rh, anti HIV e sífilis, Toxoplasmose, Rubéola e Citomegalovírus, Hepatites e urina, além dos famosos ultrassons.

Fazer muitos ultrassons pode prejudicar a saúde do bebê. Mito! Neste caso utiliza-se ondas sonoras para produzir imagens visuais dinâmicas, que são extremamente seguras e não oferecem mal nenhum ao feto e são capazes de identificar 90% de malformações estruturais nele.

É necessário fazer um plano de parto com o obstetra. Verdade! O plano de parto é um documento garantido pela legislação brasileira e é feito em conjunto com o obstetra (ou pré-natalista nas Unidades Básicas de Saúde). “Ele precisa ser assinado por ambos, médico e gestante, e nele a futura mamãe registra por escrito o que deseja em relação às etapas do trabalho de parto, aos procedimentos médicos do parto em si e aos cuidados com o recém-nascido no pós-parto”, explica a obstetra.

É preciso manter o calendário vacinal atualizado na gestação. Verdade! Esta é uma tarefa fundamental durante a gestação, já que esta medida auxilia na prevenção de vários tipos de doenças e estimula a produção de anticorpos na mãe, que naturalmente passam ao bebê. Entre as mais importantes estão a DTPa (tríplice acelular), Hepatite B e Gripe. Além disso, é fundamental pesquisar se a gestante possui alguma insuficiência de vitaminas e minerais e fazer a reposição adequada.Ficou com mais alguma dúvida? Converse com seu médico! "Aproveite as suas consultas para tirar todas as suas dúvidas sobre as alterações que estão ocorrendo nesta fase para curtir com saúde e tranquilidade”, finaliza Noriler.

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