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Brasil vira o principal mercado do Circuito Mundial de Surfe

Brasil vira o principal mercado do Circuito Mundial de Surfe
08 dezembro 22:23 2019 Imprimir notícia
Esporte

A Liga Mundial de Surfe (WSL, na sigla em inglês) inaugurou em julho um escritório em São Paulo para organizar eventos, oferecer produtos e ajudar a trazer novos fãs para a modalidade. Já existia uma estrutura da entidade no País, mas o crescimento era inevitável. Só para se ter uma ideia, 30% da audiência nas plataformas no mundo é de brasileiros, à frente de Austrália e equilibrada com Estados Unidos. Ou seja, o Brasil tornou-se o principal mercado.

"Do ponto de vista de negócios, a WSL tem três pilares: igualdade na premiação entre homens e mulheres, algo raro no esporte profissional, sustentabilidade, com uma preocupação clara com a conservação dos oceanos, e estilo de vida, que é diferente do cara que gosta de futebol", diz Ivan Martinho, gerente geral da WSL na América Latina.

Segundo Pedro Dau de Mesquita, diretor comercial da 213 Sports, empresa que é a agência comercial da WSL no Brasil, a virada de chave na modalidade ocorreu em 2015. Na ocasião, Medina já tinha sido campeão mundial no ano anterior e a etapa no Rio foi o evento de maior audiência da história do surfe.

"Fizemos uma parceria com a Globo e a final foi transmitida ao vivo por 40 minutos, alcançando mais de 21,5 milhões de pessoas. Ali o surfe deixou de ser um esporte de nicho e virou popular. Começamos a perceber uma mudança no comportamento das pessoas", conta.

Ele explica que existem quatro ingredientes para um esporte ser de massa: ter ídolo nacional, apresentar rivalidades, possuir uma base de fãs apaixonados e contar com transmissão de alta qualidade. "Só para se ter uma ideia, 90% de quem consome surfe no Brasil nunca subiu numa prancha, ou seja, cada vez mais é um produto aspiracional", revela.

Além da busca por mais um título mundial, o Brasil tem os atuais campeões juniores (Mateus Herdy em 2018 e Lucas Vicente em 2019) mostrando que a base vem forte. E nos negócios, 2020 tem tudo para bater recordes "pelos contratos já fechados e pelo o que está em negociação para o próximo ano", avisa Ivan Martinho.

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