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Jonas foi velado e sepultado na última sexta-feira (16), em evento restrito que reuniu cerca de 50 pessoas, entre amigos e familiares. Um ônibus chegou a levar vizinhos para a cerimônia. O sepultamento ocorreu no Cemitério da Saudade, em Sumaré (SP).
"Depois do velório, não vi mais, não tenho notícia. Eles [irmãos] estão presos, e os bandidos estão soltos. São pessoas simples e estão escondidas. Que resolva o caso mais rápido possível. Nem se souber (o local), vou falar", disse.
Segundo a delegada Juliana Ricci, o ganhador da Mega-Sena tinha um núcleo familiar pequeno e restrito, uma vez que não era casado nem tinha filhos, morava apenas com os irmãos e os pais já tinham falecido.
Um amigo de Jonas Lucas contou ao g1 que várias pessoas aconselharam "Luquinha", como a vítima era conhecida, a mudar de rotina e sair do bairro depois de virar milionário. Uma das aplicações que fez com o dinheiro foi reformar a residência que dividia com os irmãos, mas nada de luxo.
Segundo o homem, que preferiu não ter a identidade revelada, Luquinha nunca quis sair do Jardim Rosolém e acreditava que nada aconteceria.
"'Muda de lugar, Luquinha, vai para um condomínio fechado, muda a rotina'. Ele nunca quis", recorda.
De hábitos simples, Jonas Lucas saía de casa todos os dias entre 5h30 e 6h e seguia até uma padaria do bairro. Na manhã do dia 13, acabou sequestrado, extorquido e espancado.
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