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Exposição “Tudo que se Move ou Parece que se Move” dá início às atividades do Fecsta 2022

Exposição “Tudo que se Move ou Parece que se Move” dá início às atividades do Fecsta 2022
24 junho 09:57 2022 Imprimir notícia

Sempre dedicado ao diálogo harmônico e potente com vários segmentos artísticos, a quinta edição do Fecsta - Festival de Cinema de Santa Teresa, escolheu, novamente,  as artes plásticas para dar início às atividades do festival em 2022. Este ano, em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), o 5 º Fecsta convidou o artista Alexandre Marins para pensar uma exposição | instalação inspirada no tema do festival: Arte Cinética.

Sob a curadoria da artista Rosana Paste, outros quatro artistas, Arthur Meireles, Ione Reis, Marcus Costa e Mariângela Piontkowsky, foram convidados para o projeto e, juntos, criaram a exposição intitulada Tudo que se Move ou Parece que se Move, propondo que o público interaja a partir das obras em um ambiente sinestésico, vivo, mutante e móvel com trabalhos que precisam ser  tocados, regados, acionados e escutados para serem completos.

A GAEU está aberta à visitação de segunda a sexta-feira das 10h às 17h e visitas em grupo podem ser agendadas pelo email educativogaleria.secult@ufes.br e pelo telefone  27 4009-2371.

Obras e Artistas

Alexandre Marin fotografa cada passo dado em percursos cotidianos em busca de uma experiência singular: pensar o domínio da invisibilidade que esses lugares resguardam em seu espaço|tempo a partir de provocações de cunho ambiental, social, político e cultural. 

Para Arthur Meirelles o tempo não é linear e está em constante sobrevôo para traçar contornos de geolocalização. A partir de terras colhidas em diversos territórios afetivos, o artista produz sua própria tinta e re-marca traços feitos pelo grande big bang. O trabalho é visto por meio de fotografias e vídeos.

A decolonização é pauta representada por Ione Reis, que reforça em seu trabalho a urgente necessidade de todo movimento que (re)escreva a história. Com a força de sua ancestralidade e da oralidade, Ione dá visibilidade à vida comum em pinturas de paredes, narrando a cultura e o modo de vida de quem realmente é brasileiro. 

Para Marcus Costa o objeto de arte é construído nas relações entre o sujeito criador, a matéria prima e o ambiente. Ele adentra a mitologia dos povos originários brasileiros e ameríndios e acessa estudos da  geologia e da alquimia do oleiro para respeitosamente cultuar a terra como matéria prima para sua criação.

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Mariângela Piontkowsky utiliza do desenho em pequenas e grandes dimensões para criar cartografias dos corpos que invariavelmente transitam em seu olhar. Como uma constituição de fragmentos que muda a cada momento.

Exposição Tudo que se Move ou Parece que se Move 

Primeira atividade do 5° FECSTA

Local: Galeria Espaço Universitário (GAEU) - Ufes

Vernissage: 30 de junho, às 18h30

Período: 30 de junho a 05 de agosto

Inspirado no tema: Arte Cinética

Artistas expoentes: Alexandre Marin, Arthur Meirelles, Ione Reis, Marcus Costa e Mariângela Piontkowsky

Curadoria: Rosana Paste

Realização: Festival de Cinema de Santa Teresa, que acontece de 28 a 30 de julho

Patrocínio: Lei de Incentivo à Cultura, Banescard|Visa, Realcafé e EDP

Apoio: Secretaria de Cultura da Universidade Federal do Espírito Santo | Galeria de Arte Espaço UniversitárioAgendamento de visitas em grupo: educativogaleria.secult@ufes.br |  27 4009 2371.

PORTAL  SBN |  SISTEMA BRASILEIRO DE NOTÍCIAS 

 

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