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Suzano assina acordo de compra da maior produtora de papel tissue do Norte e Nordeste

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Economia

AQUISIÇÃO DA FACEPA FOI AVALIADA EM R$ 310 MILHÕES

A Suzano Papel e Celulose anuncia a aquisição da Facepa (Fábrica de Papel da Amazônia S.A.), maior produtora de papel do segmento tissue (papéis sanitários) das regiões Norte e Nordeste do Brasil. A operação, avaliada em R$ 310 milhões, ampliará a presença da Suzano Papel e Celulose no mercado de produtos de consumo.

“O anúncio de hoje acelera nossa estratégia na entrada no segmento de bens de consumo”, afirma Walter Schalka, Presidente da Suzano Papel e Celulose. Segundo o executivo, a operação combinada das duas empresas irá gerar eficiência operacional e logística para a Suzano na produção de “jumbo rolls” (rolo jumbo), uma vez que a produção de tissue será integrada desde a fabricação da celulose. Além disso, a operação resultará na ampliação da rede de distribuição da Facepa e em maior robustez de estrutura de capital.

A Facepa produz e comercializa vasta gama de produtos de papéis sanitários, incluindo toalhas de papel, guardanapos, fraldas, papel higiênico e lenços de papel sob diversas marcas. A empresa tem forte presença no segmento de tissue no Norte e Nordeste do Brasil, com fábricas localizadas em Belém (PA) e Fortaleza (CE). Sua capacidade instalada é de cerca de 50 mil toneladas por ano.

Conforme a legislação, o acordo seguirá para aprovação das autoridades brasileiras de defesa da concorrência. Uma vez aprovada a transação pelos órgãos competentes e atendidas outras condições prévias, a compra será concretizada, quando a Suzano Papel e Celulose divulgará, então, seus planos para os ativos da Facepa.

EXPANSÃO

A aquisição da Facepa está alinhada aos objetivos da Suzano Papel e Celulose, que visa expandir suas atividades para os mercados de produtos adjacentes à celulose e ampliar as operações de sua nova unidade de negócios de Bens de Consumo. Além disso, o anúncio fortalece a estrutura da Suzano, que construiu fábricas de tissue nas Unidades Mucuri (BA) e Imperatriz (MA), onde parte da produção de papéis sanitários será convertida em produto acabado.

Com investimentos recentes de R$ 540 milhões nas Unidades Mucuri e Imperatriz, a Suzano construiu a primeira fábrica do Estado do Maranhão voltada à fabricação de papéis para fins sanitários, em novembro. Em Mucuri, na Bahia, além dos investimentos para fabricação de rolo jumbo, em operação desde setembro passado, o projeto prevê igualmente a construção de uma linha de conversão.

O principal foco das novas fábricas é abastecer o crescente mercado de papéis sanitários das regiões Nordeste e Norte do País. “O consumo per capita nas duas regiões ainda é inferior à média brasileira e acreditamos que a retomada da economia impulsionará ainda mais o consumo local dos papéis sanitários”, afirma Schalka, explicando que essas regiões são abastecidas basicamente por fabricantes instalados no Sudeste e no Sul do País.

A expectativa com as duas unidades da Suzano é atingir uma capacidade de produção de 120 mil toneladas anuais de Tissue, sendo 60 mil toneladas anuais de produto acabado, e as outras 60 mil toneladas em “jumbo rolls”.

SUZANO PAPEL E CELULOSE
A Suzano Papel e Celulose é a segunda maior produtora de celulose de eucalipto do mundo e a maior fabricante de papéis de imprimir e escrever da América Latina. Como subsidiária da Suzano Holding e parte do Grupo Suzano, reúne mais de 90 anos de tradição com o que há de mais moderno de tecnologia para a indústria de papel e celulose. Possui cinco unidades industriais no Brasil, escritórios internacionais em seis países e estrutura de distribuição global preparada para abastecer mais de 60 países.

Produz, além de Celulose, Papéis de imprimir e escrever revestido e não revestido e de Embalagens, Tissue (papéis para fins sanitários), celulose Fluff (fraldas e absorventes higiênicos), e Lignina (subproduto da fabricação de celulose que pode substituir derivados de petróleo em aplicações de alto valor). Trabalha no desenvolvimento genético de culturas florestais e atua no setor de biotecnologia por meio de sua subsidiária FuturaGene. A empresa possui capital aberto e aderiu ao Novo Mercado, reforçando seu compromisso com o avanço contínuo das práticas de governança corporativa.

PORTAL SBN | COM INFORMAÇÕES DA ASCOM SUZANO

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