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Ministro da Indústria e Comércio, Marcos Pereira, pede demissão a Temer

Ministro da Indústria e Comércio, Marcos Pereira, pede demissão a Temer

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Nacional

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, pediu demissão ao presidente Michel Temer (PMDB) nesta quarta-feira (03/01/2017). Pereira, que é presidente licenciado do PRB e pastor licenciado da Igreja Universal, estava no cargo desde que o peemedebista assumiu o Palácio do Planalto, em maio de 2016.

Na carta de demissão apresentada ao presidente, Marcos Pereira afirma que deixa o Ministério para tratar de “questões pessoais e partidárias”. “Senhor presidente, agradeço imensamente a confiança, fico lisonjeado pelo convite para continuar no cargo até 31 de dezembro, porém preciso deixar o Ministério para poder me dedicar a questões pessoais e partidárias”, justifica.

TEMER

Em outro trecho do texto, Pereira diz ter “orgulho” de ter participado do governo Temer e remete à impopularidade do Presidente, rejeitado por 71% da população, conforme o mais recente Datafolha, afirmando que isso “não quer dizer absolutamente nada”.

“Popularidade não quer dizer absolutamente nada. Como disse Confúcio, ‘o homem de palavra fácil e personalidade agradável raras vezes é homem de bem’. Há muitos por aí que comovem multidões, mas a exemplo do conto ‘O flautista de Hamelin’, encantam e arrastam milhares para o abismo”, escreveu.

O pedido de exoneração se dá no dia seguinte à divulgação, pelo Ministério da Indústria e Comércio, do superávit recorde na balança comercial brasileira: 67 bilhões de reais em 2017, melhor resultado da série histórica, iniciada em 1989. O montante é resultado de exportações de 217,746 bilhões de reais e importações de 150,745 bilhões de reais no ano.

SEGUNDA BAIXA

Essa é a segunda baixa no governo Temer em uma semana. Na quarta-feira passada (27/12/2017), Ronaldo Nogueira (PTB), ex-ministro do Trabalho, pediu para deixar o cargo. O PTB havia escolhido o deputado federal Pedro Fernandes (MA) para suceder a Nogueira.

Após veto do ex-presidente José Sarney (PMDB), rival de Fernandes no Maranhão, no entanto, Temer recuou na nomeação nesta terça-feira (2/01) e pediu ao partido que indique outro nome.

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