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Especialista garante que coração em 3D é o futuro das cirurgias cardíacas

Especialista garante que coração em 3D é o futuro das cirurgias cardíacas

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Saúde

Um coração que flutua na frente do médico, possibilitando ao profissional ver os detalhes do órgão e ter a precisão do que é necessário corrigir antes de começar a cirurgia. Parece coisa de filme de ficção, mas a tecnologia tridimensional é realidade em Israel através de uma empresa que está desenvolvendo um coração virtual e já iniciou os testes, que foram bem sucedidos.

A novidade deve chegar em breve ao Espírito Santo através da equipe do cardiologista e cirurgião cardiovascular Schariff Moysés, que acredita que a holografia vai transformar os procedimentos cirúrgicos. “Poder ver os detalhes do coração antes mesmo de operar vai reduzir o tempo de cirurgia, melhorar nossa estratégia e precisão, além de tornar o procedimento menos invasivo para o paciente”, explica.

O cardiologista e cirurgião cardiovascular Assad Sassine, que compõe a equipe de Schariff Moysés, explica que a imagem do coração é reproduzida através de uma máquina de ultrassom, que faz o coração flutuar na frente do médico. “É possível ver o coração em qualquer ângulo, marcar os pontos estratégicos e até ver como o órgão está por dentro”, disse.

CORAÇÃO ARTIFICIAL
Enquanto o coração em 3D não chega, a realidade das cirurgias cardíacas no Espírito Santo já tem alguns aliados como o coração artificial: um dispositivo feito de liga metálica de titânio e plástico, que substitui os dois ventrículos inferiores do coração quando o funcionamento é comprometido pela insuficiência cardíaca avançada.

“A insuficiência cardíaca avançada prejudica atividades rotineiras do paciente, que fica exausto até ao fazer pequenas caminhadas. Há pouco tempo atrás, a única solução para esses pacientes era o transplante de coração”, explica o cardiologista Schariff Moysés. Porém, a fila para encontrar um doador pode se estender por anos, enquanto o dispositivo artificial é mais rápido e simples de ser implantado, sem risco de rejeição para o paciente.

Schariff Moysés acrescenta que a equipe está buscando pacientes para implantar o coração mecânico, mas isso tudo leva tempo, pois são necessários diversos exames e negociação do paciente com o plano de saúde e o fabricante do dispositivo. Já são dois tipos de corações mecânicos liberados no Brasil.

PORTAL SBN | COLABORAÇÃO: C2 COMUNICAÇÃO

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